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Banco Bradesco

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Publicado em 14 de Dezembro de 2017 às 16:17
Bradesco também já coloca em prática regras da nova lei trabalhista

A exemplo do que está fazendo o Santander em todo o país, o Bradesco também já iniciou sua jornada de redução dos direitos de seus funcionários, colocando em prática as regras da nova lei trabalhista tão defendida pelo governo Temer e aprovada por seus aliados corruptos.

 

É o que ficou evidente nas mensagens que estão sendo destacadas na intranet do banco, que dão destaque aos principais pontos da nova lei e que serão praticadas pelo Bradesco a fim de diminuir custos e até mesmo o quadro pessoal.

 

Nas telas do computador o banco explica pontos como fracionamento de férias (que poderão ser pagas em duas vezes), banco de horas (e o seus respectivos prazos para compensação), contrato intermitente, teletrabalho, hora de intervalo (que vai cair de uma para meia hora a cada seis horas trabalhadas), deslocamento do trabalhador de casa para o trabalho (que agora não é considerado parte da jornada de trabalho) e, principalmente, as novas regras que intimidam os trabalhadores a ingressarem com ações judiciais contra o banco, já que, pela nova lei, o trabalhador além de não ter direito à justiça gratuita, também poderá ser penalizado com o pagamento dos honorários de sucumbência caso perca a ação contra o patrão.

 

"Essa é uma prova da intenção do Bradesco em ampliar a intimidação contra seus funcionários, utilizando-se das regras dessa lei nefasta que atende somente aos interesses patronais. E assim como é dito pelo Santander, o Bradesco também faz parecer que todas essas medidas que serão colocadas em prática são negociadas de forma democrática e igualitária com o trabalhador, o que é uma grande mentira, já que o empregador é a parte mais forte da relação de trabalho, por isso pode impor seus termos ao empregado, que será obrigado a aceitar essa imposição se não quiser ter prejuízos na carreira ou perder o emprego. Nada disso está - ou será - negociado com a participação dos sindicatos, legítimos representantes dos trabalhadores e que possuem força para combater os abusos patronais. Ou seja, tudo aquilo que temíamos e combatemos há muito tempo está acontecendo, que é a reforma trabalhista deste governo ilegítimo destruindo carreiras, sonhos e a vida da classe trabalhadora", menciona Euryale Brasil, secretário geral do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO).

 

Fonte: Fetec-CUT/CN

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