21 de Outubro de 2026 às 08:41

Você acredita na possibilidade de conseguir um acordo melhor negociando com o banco?

Eleições

O plano de governo de Flávio Bolsonaro traz a defesa, por exemplo, do acordo direto entre patrão e empregados, além do estímulo a jornadas flexíveis, pagamento por hora de trabalho e ampliação da Reforma Trabalhista de 2017. Com isso:

  • A Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária pode perder força e espaço, prevalecendo o acordo individual sobre o coletivo. Até hoje, a CCT garante conquistas que vão muito além da CLT (como piso salarial da categoria, vales alimentação e refeição robustos, licença-maternidade estendida e regras para o trabalho remoto).
  • Flexibilização de jornadas específicas: A jornada padrão do bancário é de 6 horas diárias (30 horas semanais). Com regras mais flexíveis, os bancos poderiam mudar essas jornadas, criando contratos mais livres definidos pelas próprias empresas. Assim, as ameaças do fim da jornada de 6 horas diárias e do trabalho aos sábados, como os bancos já vêm tentando, podem se concretizar.

Bancários podem perder com o fim da CCT:

A CCT dos bancários tem mais de 100 cláusulas e 85% delas garantem direitos acima da CLT ou de leis trabalhistas. Com o fim da Convenção, não haverá dúvida quanto à perda de direitos.

Leia mais em: Você sabe que a escolha do próximo presidente interfere diretamente nos bancos públicos?

Por: Comunicação do SEEBCG-MS


 

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